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Sai das minhas noites
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Não quero ninguém a contemplar os meus sonhos carcomidos pela sede.
Não me apetecem os teus olhos. Não me apetece água.
Quero-me de volta aos meus sonhos sem movimento.
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26 Novembro 2006
Tactear o transitório. Ser fulguração. Sentir o esgar da revolta, da ironia, do espanto...
4 comentários:
Natureza-morta que somos. Dormir é tão doce...e acordamos sempre na melhor altura do sonho:/
bj
que dizer?
apetece-me quero esses sonhos
(bonito...)
...para que ele nunca acabe, abssinto...será?
(tu já tinhas estado aqui antes, há muitos posts atrás...)
:)
beijo
luis,
dizer como a a.na, para que eles não despertem:
shhhhhhhhhhh...
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