Tactear o transitório. Ser fulguração. Sentir o esgar da revolta, da ironia, do espanto...

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Amores: todos diferentes, todos iguais?
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Não sei.

Há os que nos tocam nas fantasias e se assustam. Os que batem e fogem antes de vermos quem é. Os que ficam, teimosamente, em crosta sobre o nosso peito. Os que nos rasgam os véus e conseguem ver-nos brilhar.

Amor-amado é sempre aquele que nos anda a bailar nos lábios e ainda não nos respondeu.
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14 Novembro 2006

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