Tactear o transitório. Ser fulguração. Sentir o esgar da revolta, da ironia, do espanto...

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Último acto
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Tendo conseguido manter os ramos erguidos
E calar o tempo que me pedia flores
Que me murchavam na mão
Agora vou atar a vida ao chão.
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21 Agosto 2006

2 comentários:

Maria Strüder said...

Quem me dera atar assim os meus medos, o que não desejo, parte de uma Maria que não me satisfaz.
Bom blog.
Parabens=)

Letras de Babel said...

obrigada, maria :)

(no meu caso não é para atar os medos...)

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