Tactear o transitório. Ser fulguração. Sentir o esgar da revolta, da ironia, do espanto...

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getting behind
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a chave não é
gostarmos das mesmas coisas

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a chave é
ferirmo-nos nas mesmas coisas
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13 Agosto 2006

3 comentários:

manu said...

interessante :)
talvez os nossos gostos sejam mais tolerantes do que os nossos fantasmas...

antónio m p said...

Ou então... não há chave - há portas abertas ou fechadas. E a sorte que rompe no acaso...

Letras de Babel said...

manu e antónio,

nem imaginam como os vossos comentários são verdade e como se complementam...

bjs

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