Confutatis maledictis When the accursed have been confounded Flammis acribus addictis, And given over to the bitter flames, Voca me cum benedictis. Call me with the blessed.
Oro supplex et acclinis, I pray in supplication on my knees, Cor contritum quasi cinis, My heart contrite as the dust, Gere curam mei finis. Safeguard my fate.
________________...________________
Amadeus (Amado de Deus, chamava-lhe Salieri)
Para além das prováveis imprecisões biográficas, um filme memorável de Milos Forman.
Tom Hulce e F. Murray Abraham numas das melhores representações de sempre, em cinema.
A criação tem algo de sofrimento. Nunca aceitei que a dor fosse propriedade de alguém que não minha; mas ela, sem dúvida faz parte de um processo de limpeza pessoal.
e de Salieri o que se sabe é que a admiração pela obra de Mozart era inesgotável. tanto que se "confundiu" com ele. aqui esgotado pela beleza de um requiem sem adjectivos para qualificar.
operática a vida. sempre em vibratos polifónicos. sempre, Nan. sempre!
Esta cena em particular é arrepiante. Não porque se componha parte dum requiem ao longo dela, mas porque a genialidade se confronta com o homem, mero parteiro da harmonia limpida da musica do "amado de deus"
Lágrima a lágrima tudo se vai construindo em cada novo olhar. Talvez um rio triste, mas que corre brilhante. Talvez uma face pesada, mas que dá para se pintar. Talvez um espelho. Um outro grito. Um adormecer em paz...Lágrima a lágrima saberemos da vida que não se faz sem rios. Será essa a sua força?
O Inferno é aqui, só aqui e somos nós os Homens que o fazemos. Felizmente que entre as palavras, os sons e as imagens que também o Homem vai criando se conseguem encontrar verdadeiro Paraísos na Terra. Este filme é disso mostra. O Céu, esse pode esperar.
...o céu vemo-lo todos os dias quando o dia nasce, o inferno está bem escondido dentre de nós, pode ter muitos nomes, como confusão... tal como diz Mozart, neste extracto do filme, o segredo está na harmonia, a qual pode parecer dissonante, mas está lá entre o céu e o inferno... como encontrá-la? talvez criando a nossa própria melodia. ( mais um belo post querida amiga) Felicidades e harmonia da Granny
Resumiria o Requiem de Mozart nesta simples frase de Cícero: "nihil me praeter conscientiam delectavit" e eu acrescento prompto et alacri animo, parabéns.
Segundo o seu criador, Richard Dawkins, um «meme» é um 'gen' ou 'gene cultural' que envolve alguma forma de conhecimento que passas a outros teus contemporâneos ou descendentes. (...) Despachado o meu meme a montante, convido alguns imprevisíveis do meu quotidiano para que me acompanhem no esbanjamento da posteridade e seus arredores.
O inferno é um bocado como o fósforo efémero do outro dia. Frio e esgotado. Sem vontade nem espaço para ser mais. Um flash de luz calor e pronto. Mais nada sem ser o passado. Inferno é não ter vistas para a rua, e não ter quintal. Xi.
Compreendo sem aceitar, Existo sem viver, Interrogo-me sem perceber, Porque as chamas são amargas, Porque é este o meu destino, Porque eu? E de joelhos suplico, "Gere curam my fate"
Muita força, e mil beijos Be faithful ande hopeful...
Um filme pra guardar no coração e um requiem pra guardar na alma. Assisti o coral municipal e a orquestra sinfônica interpretando o requiem de mozart no Municipal e foi muito emocionante, tão emocionante que o inferno aqui ou a eterna extensão dele lá, nem faria diferença. Desde que Mozart estivesse presente, tudo seria céu (ou inferno?), questão apenas de ponto de vista. Beijos sempre admirados pelo blog. Simone
Bom filme, fabulosa música, o mais espantoso requiem, a lição da criatividade também, um blogue que dá gosto de uma mulher de gosto. Bom domingo, boa segunda, boa terça, etc. Acho que há muita gente a olhar para ti. Desconhecidos e amigos, amigos e desconhecidos, conhecidos e amigos. e etc. Verdadeiramente "Letras de Babel", à tua volta. Por tudo isto toma lá um beijo repenicado e dá cá outro.
Olá! :) Vim até aqui a partir da Bandida. O Requiem do Mozart é algo de divino. Solene e profundamente tocante. Uma maravilha do ser humano. Gostei muito de recordar este belíssimo filme. Gostei muito de passar por aqui... O título do blog também é muito bem escolhido. Um beijinho amigo de quem também está consigo... Ana Paula
isabel (do piano) filipe bandida cristina un dress isabel v. entre linhas pedro b. mar arável arion abssinto jg gi inimaginável yardbird granny mateso jaime samartaime paulo cusca alquimista simone baudolino ana firmina lauro antónio m ana paula s.
a todos, obrigada pelos comentários. pelas palavras extra, também. por estarem aqui. pela amizade.
e ainda, para:
st. j. a. me lavinia alice maria
também pelas palavras que, de uma forma ou de outra, me chegaram.
36 beijos 36 abraços
(e vai de volta e repito...)
e
não saiam dos vossos blogs. eu volto já...
[se ainda não tinham recebido nenhuma má notícia hoje, ela aí está :)]
Excelente filme. Retenho a cena em que a mulher de Mozart leva as suas partituras para que Salieri as veja e, enquanto ele as lê por pensamento, ouvimos a música a ser tocada na sua imaginação. Quando ele levanta os olhos da partitura, a música simplesmente pára.
No início a Terra era um completo desastre, torná-la habitável foi uma bela trabalheira. Para passar os rios não havia pontes. Não havia caminhos para subir aos montes. Querias sentar-te? Nem sombra de banco. Caías de sono? Não existia cama. Para não ferir os pés, nem sapatos nem botas. Se visses mal, não tinhas óculos. Para fazer uma partida de futebol, não havia bolas. Faltava a panela e o lume para cozer o esparguete e, vendo bem, até faltava o esparguete. Não havia nada. Zero vezes zero, e era tudo. Existiam apenas os homens, com dois braços para trabalhar, e assim se pôde remediar as faltas maiores. Mas ainda continua muito por fazer: toca a arregaçar as mangas e mãos à obra!
/hope you like iT!!!/ abraço de corpo inteiro nan...:)
um ponto final a seguir a muito, isabel. sim, que dizer a seguir a muito? e uma risada a seguir a pouco. que fazer senão rir? chorar? por pouco saber? nem é nada complicado, como parece.
................
mnemosyne, uma cena magnífica, essa. aliás, salieri foi a mão oculta na vida de mozart. não como inspiração. como guardião duma intensa relação (unilateral) amor-ódio. e entregou-lhe a obra prima, sabendo-a última. e sabemos lá que mais lhe deu. ou tirou...
................
levanta-te, bandida. nomeio-te minha representante para a silly season :)
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outro, isabel [do caderno :)] ...e aqui estou. isto agora é como ter ataques de soluços. ou ser picada por uma abelha. nunca se sabe. (e quando é que se soube?)
...................
há sempre, mateso. para quem está. e, depois, para os que ficam sempre.
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wou´re welcome, paulo sempre. havemos de andar todos por aqui. haja alguma saúde, alguma vontade, alguma empatia e aquela força dos teimosos.
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também eu, ch. soubesse eu porquê... (este cheiro de alfazema no ar trata logo de metade de mim.)
....................
olha que a esmagadora maioria já percebeu, absorbent. a malta grama é de ser romântica :)
....................
liked. a lot, un dress. mas não achas que fizemos mais do que devíamos? e não falo das curtes dos ecologistas para as quais estou, sinceramente, quase a perder a pachorra. falo daquela coisa que nunca vivi: o homem com a sua pele castanhinha do ombro à anca, o javali às costas, o jantar à fogueira sem loiça para lavar nem cozinha para arrumar, as estaladas na miudagem sem repórteres à espreita. e, depois, a gruta, un, a gruta... pronto, que queres? o resto já eu vi de sobra... :)
..................
é assim que se escreve, ao que sei. bg. e obrigada. os teus blogs também são muito bons. [topa-me este desplante em assumir as tuas palavras :)]
....................
é essa mesmo, acappella.
.....................
empresta-me a tua bola de cristal, me...
.....................
opinião unânime, lord of erewhon.
....................
não sei como conseguiste, isabel, já que estás a falar com a pessoa que tem o sono mais leve do mundo. mas lá que estava lá um recado, estava... [e claro que vai. contigo também. era só o que faltava... digo mais (e é muito estranho dizê-lo, no meu caso): há males que vêem por bem; tratam de outros que é uma maravilha.]
..................
valer, vale, bandida. resta saber é o quê. descrobi-lo, o maior e melhor desafio.
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cá estou, como já viste, isabel v.. sou como as carraças. não provoco é febres altas nem outros efeitos, alguns mortais. ou seja, não sou uma carraça topo de gama. :)
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saudades porquê, d. maria e o (seu?) coelhinho? este é um filme imortal. música imortal. não existem saudades na imortalidade. se falavas de nós, já é outro assunto. nós temos logo saudades de nós a comer cerejas sem parar, assim que a época delas acaba...
61 comentários:
Confutatis maledictis
When the accursed have been confounded
Flammis acribus addictis,
And given over to the bitter flames,
Voca me cum benedictis.
Call me with the blessed.
Oro supplex et acclinis,
I pray in supplication on my knees,
Cor contritum quasi cinis,
My heart contrite as the dust,
Gere curam mei finis.
Safeguard my fate.
________________...________________
Amadeus
(Amado de Deus, chamava-lhe Salieri)
Para além das prováveis imprecisões biográficas, um filme memorável de Milos Forman.
Tom Hulce e F. Murray Abraham numas das melhores representações de sempre, em cinema.
um dos filmes mais tocantes....
por n razões....
as tantas que me fazem dizer-te que o inferno pode descer aos céus e que espero que o teu céu seja agora mt breve...
não faz sentido?
faz. sim.
_________________sempre aqui.
beijosssssssssssssssssssssss.
(piano)
Esse Salieri...
A criação tem algo de sofrimento.
Nunca aceitei que a dor fosse propriedade de alguém que não minha; mas ela, sem dúvida faz parte de um processo de limpeza pessoal.
sem dúvida, Nan. magnífico.
e de Salieri o que se sabe é que a admiração pela obra de Mozart era inesgotável. tanto que se "confundiu" com ele. aqui esgotado pela beleza de um requiem sem adjectivos para qualificar.
operática a vida. sempre em vibratos polifónicos. sempre, Nan. sempre!
beijo
B.
________________________
Esta cena em particular é arrepiante. Não porque se componha parte dum requiem ao longo dela, mas porque a genialidade se confronta com o homem, mero parteiro da harmonia limpida da musica do "amado de deus"
revejo sempre mozart vestido por
milos forman:
o rapaZ-porTa-luZ que salTa enTre
a louCura e o infiniTo a reColher,
iMparáVel, a NaTural prOfusãO doS
soNs asTraiS.
/ pouco a ver com o vago e acertado mundo que fisicamente habita ou
com a aflita e composta humanidade de salieri.../
beijO.naN
...acrediTo que o iNferNo não Vai praléM daqui.
as forMas poSSíveis...esGotaRaM.
*
Litanias ...
Lá no Caderno deixei-te um desafio ...
"meme" pour toi
beijo :)
Um filme para recordar...
Votos de um óptimo fim-de-semana
Bjs Zita
Lágrima a lágrima tudo se vai construindo em cada novo olhar. Talvez um rio triste, mas que corre brilhante. Talvez uma face pesada, mas que dá para se pintar. Talvez um espelho. Um outro grito. Um adormecer em paz...Lágrima a lágrima saberemos da vida que não se faz sem rios. Será essa a sua força?
O inferno já existe no suficiente.Se já criámos deus - não nos esqueçamos do céu com Mozart também
Ainda há dias estive a rever este filme... Bom domingo!
Demorei anos até ver esse filme maravilhoso.
Só sei que o Wolfie não foi parar ao Inferno de certeza (já o Salieri...)
beijo
Digo e repito: este é um dos mais belos blogs que conheço.
Obrigado
O Inferno é aqui, só aqui e somos nós os Homens que o fazemos. Felizmente que entre as palavras, os sons e as imagens que também o Homem vai criando se conseguem encontrar verdadeiro Paraísos na Terra. Este filme é disso mostra. O Céu, esse pode esperar.
Beijinhos Bandida
E se tivesses mesmo que escolher... que inferno escolherias?
Gosto do teu minimalismo. Por isso, espero pelo teu "Meme" :-)
Gi,
eu não sou a bandida.
foi engano teu ou pensavas mesmo que eu era?
:)
...o céu vemo-lo todos os dias quando o dia nasce, o inferno está bem escondido dentre de nós, pode ter muitos nomes, como confusão... tal como diz Mozart, neste extracto do filme, o segredo está na harmonia, a qual pode parecer dissonante, mas está lá entre o céu e o inferno... como encontrá-la? talvez criando a nossa própria melodia.
( mais um belo post querida amiga)
Felicidades e harmonia
da
Granny
Resumiria o Requiem de Mozart nesta simples frase de Cícero: "nihil me praeter conscientiam delectavit" e eu acrescento prompto et alacri animo, parabéns.
Voltei para te dizer que te deixei um desafio no meu blog. :)
o Inferno? Péssima invenção, acho que contribuiu para o aquecimento global. Por mim, apago-o, não serve para nada. :-)
Segundo o seu criador, Richard Dawkins,
um «meme» é um 'gen' ou 'gene cultural'
que envolve alguma forma de conhecimento que
passas a outros teus contemporâneos ou descendentes.
(...)
Despachado o meu meme a montante, convido alguns imprevisíveis do meu quotidiano
para que me acompanhem no esbanjamento da posteridade e seus arredores.
Cordialmente,
samartaime
O inferno é um bocado como o fósforo efémero do outro dia. Frio e esgotado. Sem vontade nem espaço para ser mais. Um flash de luz calor e pronto. Mais nada sem ser o passado. Inferno é não ter vistas para a rua, e não ter quintal. Xi.
deixo um beijo, Nan.
pergunta tan.tan...:
tás bem?
beijoooooooooooooooooooooo.
_____________________.de um fá sustenido.ao piano.
NAN
NAN
NAN
NAN
NAN
NAN
ecos.mil.do.teu.nome.na.luZZZZZZ...
Um grande filme...essa cena é espectacular !
Jokas
Deixo-te um beijo de LUZ intensa ...
______________
estou aqui, tão perto,
que consigo ouvir a música ...
*
isabel
Há um corpo que pede ternura, uma sílaba que foge de uma boca pura, uma alma aberta à constante incerteza, um beijo, solto na tua procura.
Boa semana
Doce beijo
Compreendo sem aceitar,
Existo sem viver,
Interrogo-me sem perceber,
Porque as chamas são amargas,
Porque é este o meu destino,
Porque eu?
E de joelhos suplico,
"Gere curam my fate"
Muita força, e mil beijos
Be faithful ande hopeful...
Um filme pra guardar no coração e um requiem pra guardar na alma. Assisti o coral municipal e a orquestra sinfônica interpretando o requiem de mozart no Municipal e foi muito emocionante, tão emocionante que o inferno aqui ou a eterna extensão dele lá, nem faria diferença. Desde que Mozart estivesse presente, tudo seria céu (ou inferno?), questão apenas de ponto de vista.
Beijos sempre admirados pelo blog.
Simone
O Infernos somos nós, cada um para si próprio, tantas vezes.
li com todo o cuidado.
observei.
a palavra.
o lugar.
o inferno vai dentro de mim enquanto esmago uma pétala no teu orvalho
safeguard our fate.
_______________________________
beijo imenso, querida Nan.
até amanhã!
B.
________________________
Um beijo de boa tarde ...
E ... Elis ( diva ) no caderno, em campo azul de flores
azul anil anil anil
de alfazemas
bOa nOiTe.nAn
bOm.diA.nAn
:)
Bom filme, fabulosa música, o mais espantoso requiem, a lição da criatividade também, um blogue que dá gosto de uma mulher de gosto.
Bom domingo, boa segunda, boa terça, etc.
Acho que há muita gente a olhar para ti. Desconhecidos e amigos, amigos e desconhecidos, conhecidos e amigos. e etc. Verdadeiramente "Letras de Babel", à tua volta.
Por tudo isto toma lá um beijo repenicado e dá cá outro.
"Numa situação intensa não sabemos que dizer. Para isso é que há o formalismo do silêncio, traduzido num abraço de emoção"
Vergílio Ferreira
Um beijo grande
Olá! :) Vim até aqui a partir da Bandida.
O Requiem do Mozart é algo de divino. Solene e profundamente tocante. Uma maravilha do ser humano.
Gostei muito de recordar este belíssimo filme. Gostei muito de passar por aqui... O título do blog também é muito bem escolhido.
Um beijinho amigo de quem também está consigo...
Ana Paula
Olá!
Adorei o filme...a música maravilhosa.
No entanto não posso deixar de mencionar as surpreendentes fotografias do post anterior...
LINDISSIMAS!!
Não conhecia o seu blog e gostei muito.
Voltarei.
Um beijinho
:-)
S.
para:
isabel (do piano)
filipe
bandida
cristina
un dress
isabel v.
entre linhas
pedro b.
mar arável
arion
abssinto
jg
gi
inimaginável
yardbird
granny
mateso
jaime
samartaime
paulo
cusca
alquimista
simone
baudolino
ana
firmina
lauro antónio
m
ana paula
s.
a todos, obrigada pelos comentários.
pelas palavras extra, também. por estarem aqui. pela amizade.
e ainda, para:
st. j.
a.
me
lavinia
alice
maria
também pelas palavras que, de uma forma ou de outra, me chegaram.
36 beijos
36 abraços
(e vai de volta e repito...)
e
não saiam dos vossos blogs.
eu volto já...
[se ainda não tinham recebido nenhuma má notícia hoje, ela aí está :)]
sempre há de saber a muito.
____________________________
sempre contigo!
____________________________
beijos com letras de solidariedade.
(piano).
sim a saber a pouco...:))))))))
Excelente filme.
Retenho a cena em que a mulher de Mozart leva as suas partituras para que Salieri as veja e, enquanto ele as lê por pensamento, ouvimos a música a ser tocada na sua imaginação. Quando ele levanta os olhos da partitura, a música simplesmente pára.
aqui sentada, à tua espera, querida Nan.
beijo
B.
_____________________________
um beijo * de SOL nascente ...
Há ondas que nos enrolam
E o fundo está lá...
Escuro, vazio...
Ah, mas...o ímpeto puxou-me
E a vida lateja
Novamente,
No meu corpo de esperança.
" Há sempre um amanhã..."
Um beijo
Obrigado pela visita.
Abraço
Paulo
PS: Hei-de voltar.
Cada vez amo e odeio mais a Primavera
"O Inferno é aqui, só aqui(...)", boa gi!
custa q a maior parte das pessoas ainda nao tenham percebido isto...
/ao som de mozart.../
excerto da
história universal
de Gianni Rodari
No início a Terra era um completo desastre, torná-la habitável foi uma bela trabalheira. Para passar os rios não havia pontes. Não havia caminhos para subir aos montes. Querias sentar-te? Nem sombra de banco. Caías de sono? Não existia cama. Para não ferir os pés, nem sapatos nem botas. Se visses mal, não tinhas óculos. Para fazer uma partida de futebol, não havia bolas. Faltava a panela e o lume para cozer o esparguete e, vendo bem, até faltava o esparguete. Não havia nada. Zero vezes zero, e era tudo. Existiam apenas os homens, com dois braços para trabalhar, e assim se pôde remediar as faltas maiores. Mas ainda continua muito por fazer: toca a arregaçar as mangas e mãos à obra!
/hope you like iT!!!/
abraço de corpo inteiro nan...:)
Este blogue continua a ser, para mim, um dos mais belos de toda a blogosfera (é assim que se escreve?).
É muito bom vir cá. Obrigado
Será possível...existir um "mundo" com algum calor?
That's the basilar question.
;)
Acappella
(não. mas o céu também não.)
Belo filme!
:)))))))))))))))))sim
enquanto dormias...
entrei devagar e deixei-te no colo um recado de :
fica sossegada. Vai tudo correr bem!
beijos. do piano.
vale a pena, Nan. vale a pena.
sempre.
beijos meus
B.
______________________________
Em letras de Babel e acordes de Maio, venho deixar-te um beijo de volta despressa ...
Bj***********************
isabel do caderno
Mozart ... belo filme ...
que saudades !
D. Maria
um ponto final a seguir a muito, isabel. sim, que dizer a seguir a muito?
e uma risada a seguir a pouco. que fazer senão rir? chorar? por pouco saber?
nem é nada complicado, como parece.
................
mnemosyne, uma cena magnífica, essa. aliás, salieri foi a mão oculta na vida de mozart. não como inspiração. como guardião duma intensa relação (unilateral) amor-ódio. e entregou-lhe a obra prima, sabendo-a última.
e sabemos lá que mais lhe deu. ou tirou...
................
levanta-te, bandida. nomeio-te minha representante para a silly season :)
.................
outro, isabel [do caderno :)]
...e aqui estou. isto agora é como ter ataques de soluços. ou ser picada por uma abelha. nunca se sabe.
(e quando é que se soube?)
...................
há sempre, mateso. para quem está.
e, depois, para os que ficam sempre.
...................
wou´re welcome, paulo sempre.
havemos de andar todos por aqui. haja alguma saúde, alguma vontade, alguma empatia e aquela força dos teimosos.
...................
também eu, ch. soubesse eu porquê...
(este cheiro de alfazema no ar trata logo de metade de mim.)
....................
olha que a esmagadora maioria já percebeu, absorbent. a malta grama é de ser romântica :)
....................
liked. a lot, un dress.
mas
não achas que fizemos mais do que devíamos?
e não falo das curtes dos ecologistas para as quais estou, sinceramente, quase a perder a pachorra.
falo daquela coisa que nunca vivi: o homem com a sua pele castanhinha do ombro à anca, o javali às costas, o jantar à fogueira sem loiça para lavar nem cozinha para arrumar, as estaladas na miudagem sem repórteres à espreita. e, depois, a gruta, un, a gruta...
pronto, que queres? o resto já eu vi de sobra...
:)
..................
é assim que se escreve, ao que sei. bg.
e obrigada. os teus blogs também são muito bons.
[topa-me este desplante em assumir as tuas palavras :)]
....................
é essa mesmo, acappella.
.....................
empresta-me a tua bola de cristal, me...
.....................
opinião unânime, lord of erewhon.
....................
não sei como conseguiste, isabel, já que estás a falar com a pessoa que tem o sono mais leve do mundo.
mas lá que estava lá um recado, estava...
[e claro que vai. contigo também. era só o que faltava...
digo mais (e é muito estranho dizê-lo, no meu caso): há males que vêem por bem; tratam de outros que é uma maravilha.]
..................
valer, vale, bandida.
resta saber é o quê. descrobi-lo, o maior e melhor desafio.
...................
cá estou, como já viste, isabel v..
sou como as carraças. não provoco é febres altas nem outros efeitos, alguns mortais.
ou seja, não sou uma carraça topo de gama.
:)
.................
saudades porquê, d. maria e o (seu?) coelhinho? este é um filme imortal. música imortal. não existem saudades na imortalidade.
se falavas de nós, já é outro assunto. nós temos logo saudades de nós a comer cerejas sem parar, assim que a época delas acaba...
....................
beijos grandes para todos
nan
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