Tactear o transitório. Ser fulguração. Sentir o esgar da revolta, da ironia, do espanto...

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Eu ainda sou do tempo...
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24 Dezembro 2006

4 comentários:

Anonymous said...

feliz natal!

Letras de Babel said...

obrigada, querida.

e igualmente.

St. J. said...

Adorava fazê-los, com dezenas de pormenores colados e recolados. Detalhes e mais detalhes. Ficavam uns postais mesmo giros. Quantas vezes o postal em si foi bem mais representativo do carinho que quis transmitir...

Mas a gloria do postal foi mesmo o início do séc. XX com as fotos a preto e branco que eram coloridas manualmente.

Hoje, acho que o encanto de receber um postal continuará a ser o mesmo. Não ultrapassa a surpresa imediata do SMS, mas é inexcedível em encanto.

Fosse eu postal e garanto-te, Nan, agora irias sorrir...
Bjs

Letras de Babel said...

havia uma mística do postal que andava colada aos nossos sentimentos, st. j.

com alguns tostões no bolso, percorrermos todas as papelarias à procura dum postalinho para dar à mãe, no seu dia - lembro-me de, como portuguesa, deixar tudo para a última hora e ser já noite quando o comprava (porque o dia da mãe era em novembro) - lembro-me de guardar todos os que me mandavam pelo natal ou anos ( até aqueles com santinhos...).

hoje...hoje é isto; um clic e já está. eu sei que se gosta igualmente das pessoas, que dizem que o que importa é o conteúdo e não a forma, mas...
envio um post-card e não me sabe a suficiente que seja...

por tudo isto, estou contigo quanto ao encanto de receber um postal, digamos, "de carne e osso".

:)

bjs

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