Tactear o transitório. Ser fulguração. Sentir o esgar da revolta, da ironia, do espanto...

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Séries que o tempo não leva
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Faltam algumas aqui, óbvio, mas poucas mais.
De qualquer maneira, Brideshead Revisited é, de longe, a minha eleita. Gravei-a e raro é o ano em que não a revejo. Está naquela caixinha de coisas de que nunca me canso - muito pouco cheia, por sinal...



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The Forsyte Saga, (70's)
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Brideshead Revisited, (80's)
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Jewel in the Crown, (80's)
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Twin Peaks, (90's)
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Six Feet Under, (currently)
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26 Junho 2006

5 comentários:

BR said...

Jeremy Irons no seu melhor!

Belo espaço aqui tem.

Abraço,
BR

Letras de Babel said...

o Jeremy e todos os outros...desempenhos notáveis. e uma música que me toca no peito sempre que me lembro de algumas cenas.
já visitei o teu blog, comentei um post e, não sei porquê, reparei depois que o comentário ao post da Adenda à Adenda não tinha saído. passo lá depois.
bj

BR said...

Concordo contigo. Vai passando por lá... eu passo sempre aqui.

Beijinho,
BR

Anonymous said...

ah...Brideshead, Brideshead...

Mateso said...

Na verdade, há uma em comum... " Brideshead Revisited" sem dúvida "the one". Eu continuo a revisitá-la sempre que posso e desejo. Presente o eterno do amor, fosse ele a Deus, á mulher ou ao homem. Evelyn Waugh é magistral ao abordar o amor em todos os seus tons. Não há lugar ao preconceito. Há amizade e subtileza, ódio e paixão, tudo. Acho-a quase Perfeita.

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